segunda-feira, 13 de abril de 2009

Programa Pró-Cultura tem inscrições prorrogadas até 30 de abril

Pesquisadores na modalidade de mestrado que ainda não se inscreveram no Pró-Cultura, tem mais uma chance. As inscrições para o programa foram prorrogadas até o dia 30 de abril. O trabalho, fruto de ação conjunta entre a Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (SPC/MinC) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC), irá conceder 48 bolsas de ensino no valor de R$ 1.200, 00, cada uma.

Dentre os objetivos do programa está a promoção da articulação e do diálogo entre pesquisadores e grupos de pesquisas, além do aperfeiçoamento de pessoal que atuam no campo de estudos da Cultura em instituições nacionais de ensino superior.

As áreas temáticas da Cultura prioritárias para o desenvolvimento das pesquisas são: Cultura, Arte e Novas Tecnologias; Cultura, Manifestações Artísticas e Conhecimentos Tradicionais; Cultura, Memória e Patrimônio; Cultura Populações e Territórios; Cultura, Cidadania e Inclusão Social; Cultura, Estado, Legislação da área de Cultura e Políticas Públicas; Cultura, Economia e Desenvolvimento; e Cultura, Globalização e Diversidade.

Veja o Edital nº 7/2008 Capes/MinC Programa Pró-Cultura.

Leia, também, a seguinte matéria: Bolsas de Estudo para a Cultura.

(Comunicação Social/MinC)

sábado, 11 de abril de 2009

Vale-Cultura

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, anunciou nesta última quinta  que o governo vai enviar ao Congresso Nacional até o final de abril uma série de propostas voltadas para o setor. O ministro reuniu-se com o presidente da Câmara, Michel Temer, a quem pediu agilidade na votação das matérias.


Uma das propostas é o projeto de lei que cria o vale-cultura, à semelhança do vale-refeição que já existe hoje. A proposta prevê que o trabalhador receberá um valor nominal de R$ 50 para gastar em espetáculos teatrais, musicais, cinema, compra de CDs, etc. "A boa notícia é que todos os problemas internos do governo quanto ao vale-cultura já foram resolvidos", assinalou o ministro.

Carga tributária
Segundo o ministro, o governo também deve enviar na próxima semana um projeto de lei complementar para retornar a carga tributária dos pequenos produtores culturais aos níveis anteriores à Lei Complementar 128/08. Ele explicou que a lei que trata do Simples Nacional, aprovada no ano passado, alterou a classificação das atividades culturais e acabou por aumentar a carga tributária do setor.

De acordo com Juca Ferreira, o Ministério da Cultura conseguiu convencer a área econômica do governo de que houve um erro e que é preciso repará-lo. "A mudança visava estimular, com redução de alíquotas, as empresas que têm grande absorção de mão-de-obra, mas prejudicou a área cultural."

Plano Nacional de Cultura
Além dessas matérias, Juca Ferreira veio pedir prioridade para o projeto que cria o Plano Nacional de Cultura (PL 6835/06). "A gente espera um tratamento importante porque esse plano vai permitir que as políticas culturais tenham permanência. Os prazos ultrapassam os limites de um governo e estamos criando uma estabilidade e aprofundamento, com possibilidade de desenvolvimento cultural."

O ministro também pediu atenção especial ao projeto que trata da meia entrada para os estudantes. A proposta já foi aprovada no Senado e, de acordo com o ministro, exigirá ampla negociação na Câmara, porque envolve um conflito de interesses entre um direito dos estudantes e o aspecto da estabilidade econômica dos espetáculos culturais.

Em relação à Lei Rouanet (8.313/91), o governo deve enviar ainda neste ano ao Congresso projeto para modificá-la. O anteprojeto, que reestrutura os mecanismos de incentivo fiscal estabelecidos pela lei de 1991, está em fase de consulta pública.

Crise
O ministro disse não temer que a crise econômica, que vem reduzindo a arrecadação em todos os níveis, prejudique a tramitação dessas matérias. Ele ressaltou que a cultura corresponde a 7% do PIB e 5% do emprego formal no Brasil. "Qualquer facilitação para o desenvolvimento da cultura implica aumento da contribuição cultural para a geração de emprego e renda. A cultura não pode ser vista apenas como uma questão de lazer".

Novas mostras competitivas no Festival Visões Periféricas 2009

A pedido de produtores e internautas de todo o Brasil, o Visões Periféricas lança mais duas mostras competitivas. No novo formato do festival, qualquer realizador independente de sua origem ou classe social, pode concorrer na mostra, agora competitiva, Fronteiras Imaginárias. Ex-alunos de projetos e oficinas de formação em audiovisual, com mais de três anos de formado, ganham este novo espaço para exibir suas obras.

O objetivo é misturar as produções, promovendo novos olhares, repensando conceitos e visões sobre a periferia. Neste embalo da mistura, entra em cena as novas tecnologias e suas múltiplas possibilidades. A competitiva Tamojuntoemisturado é destinada a vídeos de até 03 minutos, feitos através de câmera digital e de aparelho celular, e webcam. Nesta modalidade, todos que tenham um filme na gaveta ou na cabeça podem se inscrever.

O Visões Periféricas se completa com a tradicional mostra Visorama (competitiva somente para alunos e ex-alunos de projetos e oficinas de formação audiovisual das múltiplas periferias do Brasil) e as temáticas Cinema da Gema (para produções cariocas e fluminenses), Periferia Animada (obras que retratam o universo infantil) e a internacional Mostra Ibero-Americana (produções advindas de organizações que trabalham a formação audiovisual de crianças e jovens na América Latina, Portugal e Espanha).

O festival é organizado pela Imaginário Digital, associação cultural que atua na área de Educação e Novas Mídias. As inscrições estão abertas até o dia 17 de maio no endereço eletrônico www.visoesperifericas.org.br. 


Cine mais Cultura | inscreva-se até 20 de abril


Foi lançado o primeiro edital do Cine Mais Cultura. A iniciativa, norteada por demandas apresentadas em diálogos com a sociedade civil, é do Ministério da Cultura, sob orientação do Programa Mais Cultura, que através de editais e parcerias diretas, vai disponibilizar equipamento audiovisual de projeção digital, obras brasileiras do catálogo da Programadora Brasil e oficina de capacitação cineclubista, atendendo prioritariamente periferias de grandes centros urbanos e municípios, de acordo com os indicadores utilizados pelo Programa Territórios da Cidadania.

O edital tem como foco pessoas jurídicas sem fins lucrativos e, conforme seus objetos, visam contemplar entidades tais como bibliotecas comunitárias, pontos de cultura, associações de moradores ou até mesmo escolas e universidades da rede pública bem como prefeituras, sempre com o objetivo de favorecer o encontro e a integração do público brasileiro com a produção audiovisual do país.

As oficinas de capacitação cineclubista têm como objetivo qualificar de maneira prática os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos e oferecer informações sobre questões relativas à atividade exibidora como direitos autorais e sustentabilidade. Esse trabalho será desenvolvido com apoio de um manual de capacitação produzido para a ação, por meio de parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).

Após receber os equipamentos e a capacitação, os Cines contemplados receberão filmes e vídeos do catálogo da Programadora Brasil. A Programadora reúne hoje um acervo de 330 obras nacionais licenciadas para exibição pública, organizados em 103 programas (DVDs). São filmes históricos e contemporâneos, curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros.

O Escritório de Apoio a produção cultural da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro está oferecendo apoio à elaboração de projetos para o Edital Cine + Cultura. Os grupos e/ou entidades que precisarem de apoio para a elaboração de suas propostas poderão entrar em contato para agendar atendimento com um consultor do SEBRAE especializado pelos números (21) 2333-1392 e (21) 2333-1335. As propostas devem ser encaminhadas até 20 de abril e demais detalhes da concorrência estão em www.cinemaiscultura.org.br

terça-feira, 17 de março de 2009

Lei Rouanet está travada, dizem editores em manifesto

Produtores culturais e editores estão protestando contra o que consideram o "travamento operacional" da Lei Rouanet, maior mecanismo de fomento federal. Manifesto divulgado anteontem por representantes de um grupo de editores ligados à Câmara Brasileira do Livro (CBL) aponta para uma estratégia de burocratização progressiva da lei de patrocínios culturais, o que teria provocado a "falência operacional" da legislação.
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"Seria isso uma política de Estado velada? Algo como: ‘enquanto a mudança da lei não vem, vamos tornar a vida do produtor cultural num inferno?’", indaga o texto, que foi formulado por um grupo de 12 pequenas editoras usuárias da legislação (Bei, Metalivros, DBA, Terceiro Nome, Aprazível, Andréa Jacobson Estúdio, entre outras).
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Ontem à noite, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, considerou que boa parte do descontentamento se deve à proibição do uso de intermediários na captação de recursos por meio da Lei Rouanet. "O intermediário cobrava 20% do valor de um projeto. Um projeto de R$ 6 milhões gastava R$ 1,2 milhão com um intermediário. Isso é absurdo", ponderou. "Vamos debater isso, mas duvido que seja possível convencer alguém que é melhor com intermediários.
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Os produtores vão mais longe: veem como um "blefe" a propalada reforma da Lei Rouanet, duvidando que haja um estudo realmente aprofundado para ser apresentado ao Congresso Nacional. “O texto da proposta de modificação da lei tão anunciada pelo ministro Ferreira não chega a público, impedindo que a sociedade civil se organize para se posicionar perante tal transformação anunciada” consideram.
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O ministro disse que vai “surpreender” os céticos e “colocar na rua em uma semana” o novo texto da Lei Rouanet. O documento seria disposto para consulta pública no site do MinC e os artistas e produtores teriam 45 dias para debatê-lo antes de ser enviado ao Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.(AE)

sexta-feira, 13 de março de 2009

TV Cuca celebra 100 mil visitas e muitas parcerias

TV Cuca é uma das iniciativas que deu certo para a UNE

“Chegar a 100 mil visitas é uma constatação do poder dessa linguagem. O Youtube já bomba e a TV Cuca está estreando na modernidade, criando sua própria linguagem audiovisual”, avalia Alessandra Stropp, coordenadora de Comunicação do Instituto Cuca e estudante de Cinema da Universidade Federal Fluminense.

Para Alessandra, é importante comemorar os resultados até aqui, mas muito mais pode ser feito. “Até aqui as experiências com a TV foram boas, mas insuficientes. No início, a produção era centralizada e agora estamos cuidando de descentralizá-la para que possamos fortalecer a TV com diferentes produtores culturais de diferentes lugares.”

“Para isso, é preciso ampliar a rede de comunicadores da TV. Contamos com uma sucursal em Brasília e com o apoio de núcleos de audiovisual dos cucas locais. O diálogo entre essa rede é fundamental para que a TV continue dando certo e possa conquistar mais colaboradores e novos projetos”, afirma Alessandra.

Mídias livres

Para ela, a iniciativa é decisiva na busca da democratização do direito à comunicação. “Nossa linguagem, diferente das TVs comerciais, não está preocupada com o lucro, mas sim com as demandas culturais da sociedade. Fazemos parte do movimento de mídias livres, que rompem com a relação de produtor e audiência, já que a audiência também é produtora de conteúdos.”

Essa nova relação é apontada como um dos motivos do sucesso de audiência obtido pela TV Cuca. “A rede do Cuca é uma alternativa radical que, mesmo pequena e pobre, expressa de forma geral as tendências de oposição, abertas e veladas, nas culturas populares. O que importa é que essa mídia se comunica dispondo de exemplos mais próximos de seu grupo e fala de necessidades que nem sempre estão na agenda das grandes corporações de comunicação”, reflete Alessandra.

Diante dessa perspectiva, a TV Cuca é uma das mídias livres que buscam recursos do edital do MinC, lançado no Fórum Social Mundial (FSM) de Belém, que premiará 10 iniciativas de mídia livre com R$ 140 mil. “O prêmio é uma iniciativa ainda tímida do governo, se comparado com que ele dá aos grandes meios de comunicação, mas é a oportunidade que temos de continuar desenvolvendo esse projeto na perspectiva de lançar luzes no debate de democratização dos meios de comunicação”, defende a estudante.

Parcerias

Além da TV, o Cuca também tem hoje um blog — associado às paginas de diversos servidores de rádio, fotos, videologs e outros blogs —, coordena dezenas de pontos de cultura pelo país e um pontão, além de realizar regularmente um cine-jornal que corre as centenas de atividades do movimento estudantil.

“Os conteúdos do cine-jornal são pautados pela realidade micro do movimento estudantil. O roteiro de filmagem é definido tanto pelo que se quer falar e mostrar, como por materiais de arquivo próprio ou alheio. As filmagens acontecem na intersecção entre o que se deseja e o que é viável, tanto economicamente, quanto ética e esteticamente”, explica Alessandra.

Além do Vermelho, e partindo da parceira estratégica com entidades estudantis e grupos culturais, a TV Cuca também desenvolveu projetos com o MinC, a FMG (Fundação Maurício Grabóis), o Conjuve (Conselho Nacional de Juventude), o CEMJ (Centro de Estudos e Memória da Juventude), o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), a UJS (União da Juventude Socialista), o projeto Ação Griô, entre outros.

Confira abaixo os dois vídeos produzidos pela TV Cuca, em parceria com a Fundação Maurício Grabóis e o Vermelho, por ocasião do FSM:

- FSM América Latina (3m58s):

- FSM Crise Internacional (3m):

Conheça outras produções da TV Cuca aqui:

AUTOR: Carla Santos

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ministério da Cultura lança edital nacional para a seleção de cem novos núcleos de exibição

Cada projeto selecionado receberá equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV,obras do acervo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação para a atividade exibidora.
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Com o objetivo de democratizar e regionalizar a difusão do audiovisual, o Ministério da Cultura lança nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, durante Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, o edital para seleção de 100 Cines + Cultura. Os selecionados receberão kits com equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV, obras do acervo da Programadora Brasil e oficinas de exibição. A ação integra o Programa + Cultura - que faz parte da Agenda Social do Governo Federal - e atuará sobre o tripé tecnologia digital, conteúdo e capacitação cineclubista.
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Visando ampliar a rede de exibidores não comerciais, o edital contemplará núcleos prioritariamente localizados em periferias de grandes centros urbanos e em municípios integrantes dos Territórios da Cidadania, localidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Esses pontos selecionados serão os Cines + Cultura.
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O lançamento do edital ocorrerá em ações simultâneas, às 11h, do dia 11. O secretário do Audiovisual do MinC, Silvio Da-Rin, dará o 'play' da primeira sessão de um Cine + Cultura, em São Sebastião da Boa Vista, no arquipélago do Marajó, no Pará, em cerimônia transmitida por webconferência para o Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, em Brasília.
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No Distrito Federal, a apresentação do Programa + Cultura e o lançamento do edital Cine + Cultura serão feitos pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, que estará acompanhado dos ministros do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, ambos já parceiros do Programa.
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Também no mesmo dia e horário, sete Cines + Cultura que já receberam oficinas de capacitação irão realizar sessões de exibição nos estados da Bahia, da Paraíba, de Goiás, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais para seus públicos.
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Tripé: Tecnologia Digital, Capacitação e Conteúdo
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O edital disponibilizará para os novos 100 Cines + Cultura, contemplados pelo primeiro edital de 2009, o equipamento necessário para instalar salas de exibição digitais. São eles: uma tela para projeção de 210 polegadas (4m X 3m), um projetor de vídeo com potência de luz de 2.200 ANSI Lumens, um aparelho leitor de DVD, uma mesa de som de 4 canais, quatro caixas não amplificadas de potência de 250 watts, um amplificador com 1200Wrms de potência, dois microfones sem fio de alcance de 150 metros e uma Câmera Filmadora Digital Mini DV 3CCD ( Panasonic - modelo NV-GS320PL-S) com função Photo shot para tirar fotos no Cartão SD e monitor LCD em cores de 2,7 polegadas wide.
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Já as oficinas de capacitação cineclubista têm como objetivo qualificar de maneira prática os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos com introduções à história do cinema e linguagem cinematográfica; e oferecer informações sobre questões relevantes e atuais relativas à atividade exibidora como direitos autorais e sustentabilidade. Outra meta é estimular os responsáveis pelos Cines + Cultura ao diálogo com a comunidade local para a participação efetiva nas atividades. Esse trabalho será desenvolvido com apoio de um manual de capacitação produzido pelo programa, também por meio da parceria com o CNC.
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Após receber os equipamentos e a capacitação, os Cines receberão filmes e vídeos do catálogo da Programadora Brasil, programa realizado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (www.programadorabrasil.org.br). Pela iniciativa, filmes e vídeos nacionais são encartados em DVD e licenciados para exibição pública, por meio de permissão de uso. A Programadora reúne hoje um acervo de 330 obras nacionais, organizados em 103 programas (DVDs). São filmes históricos e contemporâneos, curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros. Ao longo de dois anos, cada Cine + Cultura poderá solicitar em média 12 programas por trimestre de trabalho e fazer uma nova solicitação após a entrega dos relatórios das atividades. Os Cines terão que exibir 60% de conteúdo nacional, podendo ser ou não da Programadora Brasil, com total liberdade de escolha dos títulos das suas sessões.
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Informações: (61) 3316-2360, na Assessoria de Imprensa do Programa + Cultura, na Secretaria de Articulação Institucional do MinC.